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É a grande oportunidade dos industriais discutirem em detalhes, com representantes do DIPOV, com classificadores e profissionais de avaliação, toda a norma e suas implicações no sistema de fiscalização no mercado, no sistema de classificação por fluxo, controles laboratoriais e outros aspectos. Também em nossa página na internet colocaremos, já no início deste segundo semestre, os principais questionamentos que estão sendo feitos em relação à IN 16, no modelo de pergunta e resposta. E com o propósito de potencializar ainda mais a divulgação também dos aspectos positivos do café, suas qualidades, variedades e benefícios para a saúde, passaremos a ter uma conta no Twitter (@abic_cafe). Estamos, portanto, utilizando essas diversas ferramentas de comunicação para levar informações para o mercado e o público em geral. O estabelecimento de um nível mínimo de qualidade no café é um divisor de águas, que beneficiará todo o agronegócio. Retirar do mercado cafés não recomendáveis para consumo favorecerá ainda mais a demanda interna, valorizando os produtos da categoria Tradicional. Dá para conciliar, sim, preços acessíveis e café de boa qualidade. O que não é possível é manter uma concorrência baseada em preço baixo e baixa qualidade. É predatório; afugenta o consumidor, e já vimos esse filme antes! A medida do governo chega em boa hora também para que o industrial reveja a questão da rentabilidade dos seus negócios. As indústrias estão asfixiadas, pois os preços de venda ao varejo são os mesmos de cinco anos atrás. Só entre junho e julho passados, a alta da nossa matéria-prima, o café verde, subiu em média R$ 40,00 a saca. Não há como absorver esse custo, e é o comprometimento do varejo que irá permitir o mercado ascendente e com melhora da Qualidade. É o nosso compromisso com o consumidor. |
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