Entenda como o café mineiro mantém 'normalidade' em meio à crise

cafeicultura
12/08/2020
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Apesar de dificuldades no transporte dos funcionários das lavouras e possíveis atrasos na colheita, a cafeicultura em Minas deve colher o mesmo número de sacas previsto antes da pandemia

café deve ser um dos motores da economia de Minas Gerais, enquanto a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus faz despencar as projeções de desempenho da maioria dos setores para este ano. Os trabalhadores das lavouras não deixaram de colher o principal produto da agropecuária do estado, mesmo com as dificuldades e adaptações impostas pela COVID-19. Assim, as previsões de volume e qualidade da safra mineira devem se cumprir.

Os analistas também esperam volta à normalidade no mercado consumidor, afinal, mesmo com as cafeterias fechadas, os brasileiros não deixaram de tomar o tradicional cafezinho, e os estrangeiros devem continuar comprando o grão nacional. A pandemia do novo coronavírus atingiu o Brasil pouco antes do início de parte da colheita do grão, em março. Em algumas regiões produtoras, os trabalhos começam em abril, e, em outras, no final de maio e início de junho, se estendendo por três meses.

Para garantir a colheita apesar da crise sanitária, entidades como a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), cooperativas sindicatos se organizaram para alertar os produtores sobre a importância de implementar mudanças e cuidados sanitários nas fazendas. Os funcionários passaram a usar máscaras de proteção e manter o distanciamento mínimo recomendado nas lavouras, refeitórios, alojamentos e transportes.

*Trecho de conteúdo do Portal Estado de Minas. Leia na íntegra em https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2020/08/11/internas_economia,1175155/entenda-como-o-cafe-mineiro-mantem-normalidade-em-meio-a-crise.shtml

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